*#/>vitória 17.Mai

Mais uma etapa do Festival Movimento HotSpot foi cumprida. Desta vez, o palco foi o Museu Vale, em Vila Velha, que abrigou os talentos dos 303 selecionados.

O evento foi aberto, oficialmente, na sexta-feira, com uma pequena cerimônia que contou com a presença do idealizador do MHS,  Paulo Borges , com a curadora de Ideia, Lala Deheinzelin, o curador de Design Gráfico, Rogério Hideki, o diretor do Museu Vale, Ronaldo Barbosa e a primeira-dama do estado, Maria Virgínia, além de cerca de 300 convidados da vida cultural local e os candidatos selecionados de Vitória.

A eles se juntariam, também, o candidatos do Rio de Janeiro que por causa de problemas meterológicos não puderam embarcar rumo a Vitória. A participação deles, inclusive do candidato de música Daniel Limaverde será remarcada para os outros festivais.

Depois da avant-premiére, foi a vez da parte musical que aconteceu na casa IlhaShow, Lá,  cerca de 1.500 pessoas, ouviram o som da banda “O Sol na Garganta do Futuro” e do cantor capixaba considerado um das revelações expoentes da música brasileira, SILVA. A galera ficou tão animada com o repertório que o show só acabou depois de mais de 1h30 de muita música boa.

O sábado começou com trabalho duro para dois candidatos da categoria Ideia: João Fernando Costa Júnior e Argus Caruso Saturnino. Eles foram sabatinados por Paulo Borges, Lala Deheinzelin, Izolina Passos, do Sebrae e Samya Lievore, produtora cultural de Vitória, indicada pelo coletivo Fora do Eixo.

João Fernando apresentou o projeto I-Show de customização de camisetas. Já Argus mostrou como está desenvolvendo a sua Bicicletovela anfíbia, onde quer misturar bicicleta com uma vela para poder não só aproveitar a força do vento como também andar dentro da água com o veículo.

Depois, deu-se início as rodas de conversas. A primeira foi sobre os bastidores do programa  “Tardes Infinitas” que mostra a novíssima MPB na Rádio Universitária. No período da tarde, foi a vez do criador do São Paulo Fashion Week  e da especialista em economia criativa falarem sobre o tema.

“A economia criativa está muito mais para processo a ser desenvolvido do que para o produto em si”, lembrou Borges. “A partir do momento que o produto se materializa e ganha a economia real, ele começa a ficar velho; por isso é o ato da criação que renova todos os processos e todos os desejos”

Lala também frisou sobre a necessidade do processo de renovação ser contínuo e colaborativo. “Hoje, estamos falando não é mais de competição, e , sim, de colaboração. Só é preciso mudar as nossas lentes para enxergarmos de um jeito diferente”, comenta.

Por fim, Rogério Hideki contou sobre sua trajetória no mundo da marca com marcas como Zoomp e Zapping e a sus experiência frente ao Estúdio Árvore que criou, entre outras coisas, da programação visual e da cenografia dos festivais do Movimento HotSpot.

Tudo foi registrado e divulgado pela  estudante em design de moda e vestuário, Carolina Cardoso. Ela que  trabalha com figurino e cenografia e colabora com uma coluna capixaba e blog de moda, deixou todo mundo informado por meio das redes sociais de toda as atividades do Festival MHS, em Vitória.

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