Neon Marginal

Por daniel bernardinelli, São Paulo

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São Paulo/SP

Neon Marginal

por daniel bernardinelli

Neon Marginal é o ato espontâneo de preservar a história do underground urbano através do registro da luz neon, retomando…

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Neon Marginal é o ato espontâneo de preservar a história do underground urbano através do registro da luz neon, retomando a observação mais atenta sobre a cidade. Na lei Cidade Limpa que entrou em vigor em 2007 na cidade de São Paulo, muitas fachadas foram substituídas por um esqueleto tão poluidor visual quanto antes, mas que deixava uma nostalgia. O projeto inédito é sensível às transformações semânticas do neon, o curioso efêmero, na zona limítrofe entre o retrato e as artes visuais.

A preservação histórico-urbana da cidade através de registros digitais. Retratos fiés ou distrorções de formas, destacam suas particularidades.

É inovador por preservar o undrerground em si, o não-fazer-parte de um cliché fotográfico, o não-"mercenarismo". A essência do projeto, assim como no nome "marginal" é pluralista, estar à margem, fotografar à deriva, reagir ao ambiente, registrar a beleza que pode ser encontrada nos cantos mais sujos da cidade. Inovador também porque esses registros distorcem as imagens originais, as tipografias do neon, criando outras formas, outras imagens. Ilustrando a luz de uma maneira diferente.

A possibilidade da criação de silhuetas, letras, figuras com combinações de cores infinitas é o que me chama a atenção nessa linguagem das luzes de neon. Utilizadas pela primeira vez nos Estados Unidos, em 1923, a propaganda já dizia: a última e mais artística forma de iluminação em propaganda luminosa.’ Era a tecnologia produzindo arte. Por estar presente até hoje nas fachadas comerciais da cidade, acho que é no mínimo interessante.